Posts de Junho, 2009|Página de posts mensais
Star Trek
Como fã sou um pouco suspeito para falar, mas esse filme é muito bom.
Pra quem é fã vai poder achar até que o filme mudou um pouco o universo de Star Trek, mas a meu ver ficou muito legal.
Para que não é fã e gosta de ficção, vale a pena assistir, uma pena que já esteja muito difícil assistir no cinema mas se vc tiver um LCD poderoso pode assisti-lo na sua TV.
Como ainda não foi lançado aqui no Brasil o DVD ou Blue Ray, vai um link para baixar o filme.
Filme Star Trek
legenda:
Legenda
Noiva ou esposa
Prezado Técnico,
Há um ano e meio troquei o programa [Noiva 1.0] pelo
[Esposa 1.0],e verifiquei que o programa gerou um
aplicativo inesperado chamado [Bebê.exe]que ocupa
muito espaço no HD.
Por outro lado, o [Esposa1.0] se auto-instala em todos
os outros programas e é carregado automaticamente
assim que eu abro qualquer aplicativo.
Aplicativos como [Cerveja_Com_A_Turma[0.3],
[Noite_De_Farra 2.5] ou [Domingo_De_Futebol 2.8], não
funcionam mais, e o sistema trava assim que eu tento
carregá-los novamente.
Além disso, de tempos em tempos, um executável oculto
(vírus) chamado [Sogra 1.0] aparece, encerrando
abruptamente a execução de um comando. Não consigo
desinstalar este programa. Também não consigo diminuir
o espaço ocupado pelo [Esposa 1.0]quando estou rodando
meus aplicativos preferidos.
Eu gostaria de voltar ao programa que eu usava antes,
o [Noiva [1.0], mas o comando [Uninstall.exe] não
funciona adequadamente.
Poderia ajudar-me? Por favor!
Usuário Arrependido
___________________________________________________________________
Resposta:
Prezado Usuário,
Sua queixa é muito comum entre os usuários, mas é
devido, na maioria das vezes,ocorre um erro básico de
conceito: muitos usuários migram de qualquer versão
[Noiva x.0] para [Esposa 1.0] com a falsa idéia de
que se trata de um aplicativo de entretenimento e
utilitário.
Entretanto, o [Esposa 1.0] é muito mais do que isso: é
um sistema operacional completo criado para controlar
todo o sistema.
É quase impossível desinstalar [Esposa 1.0] e voltar
para uma versão[Noiva x.0], porque há aplicativos
criados pelo [Esposa 1.0], como o [Filhos.com], que
não poderiam ser apagados, e que também ocupam muito
espaço e não rodam sem o [Esposa 1.0]. É impossível
desinstalar, apagar ou esvaziar os arquivos dos
programas depois de instalados.
Você não pode voltar ao [Noiva x.0] porque [Esposa
1.0] não foi projetado para isso.
Alguns usuários tentaram formatar todo o sistema para
em seguida instalar o [Noiva Plus] ou o [Esposa 2.0],
mas passaram a ter mais problemas do que antes (leia
os capítulos “Cuidados Gerais” referente a “Pensões
Alimentícias” e “Guarda das crianças” do software
[CASAMENTO]).
Uma das melhores soluções é o comando
[DESCULPAR.EXE/flores/all] assim que aparecer o menor
problema ou se travar o micro. Evite o uso excessivo
da tecla [ESC] (escapar). Para melhorar a
rentabilidade do
[Esposa 1.0], aconselho o uso de [Flores 5.0],
[Férias_No_Caribe 3.2] ou [Jóias 3.3].
Os resultados são bem interessantes.
Mas nunca instale [Secretária_De_Minisaia 3.3],
[Namoradinha 1.2] ou [Turma_Do_Chopp 4.6], pois não
funcionam depois de ter sido instalado o [Esposa1.0] e
podem causar problemas irreparáveis no sistema.
Se você tivesse procurado o suporte técnico antes de
instalar o [Esposa 1.0] a orientação seria: NUNCA
INSTALE O [ESPOSA 1.0].
Agora… Boa sorte!
As melhores naves de todos os tempos
Devido ao novo filme de “Jornada nas Estrelas” e uma pesquisa rápida na internet achei essas informações sobre as naves que povoaram nosso mundo na ficção.
Serenity (Firefly): Nem preciso dizer o quanto sou fã de Joss Whedon e seu multiverso de personagens televisivos que enfrentam de vampiros a piratas espaciais. Quando Whedon lançou sua infelizmente fracassada “Firefly”, confesso que não me animei tanto com a “space opera spaguetti”, mas com o tempo passei a amá-la. A nave da série, “Serenity”, não é exatamente das mais jeitosas. É um tanto esquisita por fora e por dentro parece um grande barraco espacial constantemente precisando de reparos da habilidosa Kaylee Frye. Entretanto, ela serve bem ao seu propósito: dar um lar a todos os perdidos pelo espaço a fora.
Icarus II (Sunshine): Não é exatamente uma nave simpática, tal como “Sunshine” (a ida para o espaço de Danny Boyle), não é exatamente um filme simpático. No entanto, no meu top favoritos dos últimos anos, “Sunshine” se destaca. Com uma missão mórbida, a Icarus II tem como objetivo reiniciar o Sol que está morrendo e conseqüentemente matando a vida na Terra. Para isso conta com uma tripulação de egos inflamados em conflito com a solidão fria de um espaço que parece incapaz de sustentar a vida que eles tentam preservar.
Ra’s mothership (Stargate): A série é um grande vácuo no meu repertório, mas o filme é uma presença constante na minha prateleira de DVDs. “Stargate” foi, por muito tempo, considerado uma baboseira espacial-egípcia dirigida pelo caça-níqueis Roland Emmerich, no entanto quase que sem querer deu início a um culto especulativo que se espalhou por séries de televisão, livros e sites de fãs. Ainda que o brilho da série seja justamente o fato de podermos viajar pelo espaço através de portais e não de naves, uma delas se destaca no longa metragem, a nave mãe do “deus” Rá. Com o formato singular de uma pirâmide (lembrando os edifícios de “Blade Runner”), a nave de Ra é um veículo quase tão imponente quanto a própria civilização a qual indiretamente deu origem.
Swordfish II (Cowboy Bebop): Muito provável, Spike Spiegel inspirou o Capitão Mal de “Firefly”. Pena que o design estiloso de sua “Swordfish II” não tenha se espalhado pelo universo daquela série. Armada com quatro metralhadoras, múltiplos lança – mísseis e um canhão de plasma, o pequeno modelo “asteroid racer” foi convertido para servir bem aos propósitos do malandro Spike e sua tripulação de foras-da-lei. Num tom de Ferrari, a “Swordfish II” cruzava o espaço em Cowboy Bebop, trazendo problemas para todos aqueles que se deparavam com o ex-membro do Sindicato do Crime mais temido da galáxia.
Heart of Gold (Guia do Mochileiro das Galáxias): Construída secretamente em Damogran, a nave roubada pelo presidente da galáxia Zaphod Beeblebrox possui duas das mais impressionantes construções já concebidas na literatura. A primeira é o renomado “gerador de improbabilidade infinita” que calcula (?) todas as viagens com base no mais impossível destino. A segunda é seu pseudo-piloto, o “paranoid android” Marvin que carrega o fardo de ser uma das maiores inteligências do cosmos. Equipada com a mais fantástica tecnologia, a nave “Heart of Gold” possui ainda personalidade, todas as suas portas se abrem contentes e seu navegador está sempre disposto a fazer o que lhe pedem.
Battlestar Galactica (BSG): Eis aqui o maior pesadelo dos Cylons. A magnífica nave de batalha “Galactica” é a menina dos olhos das Doze Colônias (fofo isso né?). Claramente, não tanto pelo design, mas sim por sua atribuição maior – liderar o que restou da humanidade na luta contra os seres artificiais Cylons e buscar o décimo terceiro planeta colonizado por seres humanos há muitos séculos. Sob as mãos de ferro do Comandante Adama, a “Galactica” possui 150 Vipers (naves menores, com propósitos bélicos específicos) e é capaz de saltar pelo hiperespaço carregando uma verdadeira megalópole em seu interior.
Nostromo (Alien): A USCSS Ulysees Nostromo sempre me assustou. Construída pela corporação Weyland-Yutani, a nave tinha como objetivo a exploração espacial, mas acabou extrapolando sua missão ao atrair para si a própria auto-destruição. Com um design singular, a nave era capaz não apenas de viajar pelo espaço como aterrissar nas mais inóspitas atmosferas. Sua propulsão “mais rápida que a luz” desafiava a física enquanto seus tripulantes desafiavam-se a si mesmos, tentando sobreviver as investidas corrosivas do alien que não estava na lista de passageiros.
Millenium Falcon (Star Wars): Já ouço pessoas reclamando sobre esse terceiro lugar. Não, não colocarei a “Falcon” no topo dessa lista por um simples motivo: se não fosse Chewbacca ela jamais teria saído de Tatooine. A engenhosidade wookie salvou os heróis de Star Wars mais de uma vez durante a fantástica trilogia original de George Lucas. Capaz de levar somente 8 tripulantes, a “Falcon” foi perdida para Han Solo durante uma jogatina. Desafiando a velocidade da luz, a “Falcon” tornou-se famosa por ter completado a Corrida Kessel em menos de doze parsecs. Impressionante não? Grande estrela no esquadrão da Aliança Rebelde, a nave de Solo foi a responsável pela destruição definitiva da Estrela da Morte e figura entre as mais queridas da ficção.
TARDIS (Doctor Who): Mas por essa você já esperava. De duas em duas horas (tempo estimado) eu volto e falo de “Doctor Who”, série que assumiu seu lugar entre as minhas favoritas de todos os tempos. Se eu tivesse que ter uma nave a minha disposição, com certeza ela seria o TARDIS (Time and Relative Dimension In Space). Roubada pelo Doctor em Gallifrey, o TARDIS não foi construído, foi “cultivado”. Uma nave viva, capaz de cruzar o espaço e o tempo, o TARDIS é bem maior por dentro do que parece ser por fora. Assumindo a forma de uma cabine de polícia inglesa, a nave já foi lar de muitos companheiros do Doctor e assumiu seu posto nas batalhas mais fantásticas do Universo chegando a carregar nas costas o próprio planeta Terra na última temporada do seriado britânico.
USS Enterprise (Star Trek): Obviamente, minha favorita tem tudo a ver com a origem desse top. A Enterprise não é apenas uma nave espacial, mas sim a representação de um ideal de humanidade. Se o espaço é a fronteira final, a Enterprise é sua emissária maior de inúmeras civilizações que buscam a conciliação intergaláctica. Muitos foram seus comandantes e seus formatos. Desde os protótipos iniciais (o NX-01 capitaneada por Jonathan Archer), até a clássica e mais conhecida NCC-1701, liderada pelo estimado Capitão Kirk e seu imediato Spock. No entanto, meu modelo favorito foi NCC-1701-D, coordenado pelo Capitão Jean-Luc Picard, durante seus anos como membro de uma nova geração. Elegante, a Enterprise é cenário de resoluções e de enfrentamentos políticos, possuindo uma tripulação multirracial que tem como único objetivo manter a paz.
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